PALESTRAS

Através de uma abordagem objetiva, instigante e dinâmica, é possível trabalhar tópicos e questões pontuais. As palestras são um caminho interessante de diálogo e uma boa ferramenta para ampliar a informação e o conhecimento sobre determinado assunto. Elas podem promover um delicado desvelamento, encontros e reencontros, além de permitir explorar de forma pontual determinado tópico ou caso.  Para esse trabalho é possível variar entre uma e três horas. Abaixo, alguns temas que posso trazer com bastante afinidade e interesse. Mas alerto que são apenas exemplificativos, porque qualquer encontro deve ser construído a partir de uma demanda específica e conforme cada particularidade:

O Amor  /  O Perdão  /  O mal  /  A liberdade  /  Ética  /  Bioética  /  A Justiça  /  Conflitos  /  Violência  /  Vida boa x vida bem-sucedida  /  Desenvolvimento como liberdade  /  Tolerância e limites  /  Fenomenologia  /  Goethianismo.

CONSULTORIAS e CURSOS

Neste espaço podemos contribuir para ampliar a capacidade de ação de pessoas e grupos a partir das suas singularidades.  As soluções para o que se quer podem estar na capacidade de fazer as perguntas corretas e olhar para os problemas e desafios por diferentes perspectivas.

Não são raras as vezes em que os problemas ou incômodos são apenas sintomas tentando evidenciar pontos que precisam de atenção e especial cuidado. Via de regra, os temas recorrentes da nossa vida já trazem em si boas pistas da solução que se procura. Nem sempre conseguimos observar sozinhos quais são essas recorrências ou entraves que dificultam que nossos projetos e, às vezes, a nossa própria história, assumam o devido caminho.

Desenvolver-se é desvelar-se. O meu trabalho aqui é instigar um processo que nada mais é que um ‘aprender a ver’ para além da forma como os problemas se manifestam. É nessa atenção a um delicado processo de desvelamento que é possível adquirir mais consciência sobre os fatos e, com isso, permitir que a vontade e as ações se realizem livremente.

A metodologia para esse trabalho não é nem convencional, nem milagrosa. Ao partir da fenomenologia e da observação goetheana, como formas de trabalho, temos um caminho no qual o ‘aprender a ver’ exige ver a si mesmo. E é nessa dança às vezes dialética, às vezes “plurilética”, que o que precisa ser revelado se revela e o que precisa ser feito se apresenta. Por isso o uso da arte e da filosofia como ferramentas emancipatórias.

 

LIVROS

Somos Instantes (2018).

Somos Instantes (2018) é um livro de poesias que explora o amor como uma tormenta. Como livro objeto ele convida a rasgar a capa para desvelar o titulo. Tal qual as tormentas, que não são nem boas nem mas, o amor é um fenômeno sem moralidade. Dedicado aos amores sem forma, sem destino e sem tempo o livro está dividido em três partes: Cumulo [nimbus], Tempo [real] e Calma[ria], ou, dito de outra forma: caos, harmonia e risos. Para adquirir o livro acesso o link:
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Os tons do amor: pequeno preambulo (2018).

Há várias formas de dizer o que é o amor. E em todas elas é possível identificar que o amor é tanto uma força cósmica de aproximação, quanto uma capacidade humana. Tal qual um prisma, ou uma pintura que faz uso da técnica do velado para as cores, os vocábulos que falam de amor são tons que pertencem a uma mesma luz. Cada um tem uma força específica e a força de uma relação. E, ainda nessa lógica, eles podem ser pensados a partir de diferentes perspectivas morais ou culturais. Ao fim e ao cabo, falar de amor é falar de si, desse ser que observa e experimenta o mundo e o mundo a ele. É pensar por outro caminho, ou pelo caminho possível, a velha máxima do “conhece-te a ti mesmo”. Principalmente quando percebemos que somos um constante processo de expiração e inspiração entre e durante as nossas experiências.  O amor, assim, seria um sintoma do nosso autoconhecimento, a expressão mais linda de como vivemos quando cheios de nós mesmos. Se nos desabrochamos para o amor permitiremos a ação livre e, enfim, a liberdade (…). Para adquirir o livro “Sobre o amor e seus tons” acesse: 
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Conheça um pouco mais pelo ISSUU
O Amor e suas vontades em sete atos e uma advertência (2017).

Nesta publicação o amor surge em poesias a partir de cada um dos discursos do Banquete. Para isso, a autora dialoga com Platão através de Fedro, Pausanias, Eriximacos, Aristófanes, Agatão, Sócrates e Diotima. E conversa com os poetas de hoje. Cada um dos atos, materializados em textos poéticos, nasce de um dos discursos, feitos de forma breve e fruto do nosso tempo e das próprias experiências da autora. 

Para adquirir o livro “O amor e suas vontades” acesse: 
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Conheça um pouco mais pelo ISSUU
Direito, Ética e Bioética: Fragmentos do Cotidiano (2010).

Através de textos curtos e de uma linguagem coloquial a autora aborda temas complexos e delicados que envolvem conflitos morais, ética, bioética e justiça.

Direito à Reprodução e à Sexualidade:  uma Questão de Ética e Justiça (2010).

Esta obra organizada por Samantha Buglione e Miriam Ventura e com artigos de diferentes pesquisadores buscou provocar uma reflexão sobre temas nevrálgicos de conceitos como igualdade, justiça e ética e a relação destes com o papel do Estado nas garantias individuais e coletivas.

Entre a Dúvida e o Dogma: Liberdade de Cátedra e Universidades Confessionais no Brasil (2006).

O livro de autoria de Samantha Buglione, Roger Raupp Rios e Débora Diniz  aborda um tema importante e até então não discutido no Brasil: a tensão entre a liberdade de cátedra e a autonomia das universidades confessionais.

Reprodução e Sexualidade: uma questão de Justiça (2002).

De autoria conjunta, este livro organizado por Samantha Buglione traz diferentes pesquisas e estudos envolvendo direitos sexuais e reprodutivos, sendo uma das primeiras publicações do tipo no Direito.

Quem Pode Ter Acesso às Tecnologias Reprodutivas? (2002).

Este livro foi resultado da parceria de duas ONG: Anis e Themis e teve como objetivo incentivar e difundir análises críticas sobre temas relacionados à ética e à justiça, reafirmando a importância da perspectiva dos estudos de gênero. A publicação foi resultado de um seminário com o mesmo nome realizado em Brasília e tem como organizadoras Samantha Buglione e Débora Diniz. ESGOTADO

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