PALAVRAS

e suas vontades

O que é o amor, senão o movimento gerado pela consciência da nossa falta? E que falta é essa que é desejo? E que amor é esse que gera mais amor? O amor, dito de várias formas, é objeto e razão deste trabalho. Mas não é o amor romântico do sul da França do século XI, o amour courtois (amor cortês) ou fin’amors (amor gentil), nem o amor dos trovadores medievais. Não é, tampouco, o amour fou (amor louco) que nasce nos tempos da Revolução Francesa e é batizado como a paixão capaz de derrubar as barreiras e convenções. O amor aqui é chamado de Eros, Philia, Storge e Agaphe, que são as categorias de referências para auxiliar a percepção desse delicado tema.

Objetivo: Ampliar a percepção e o sentir para o tema do amor.

Metodologia: A partir do Banquete de Platão, de poemas, de fragmentos de textos e de ferramentas artísticas abordar os diferentes sentidos de amor e suas implicações cotidianas.

​Para além de quatro palavras, visite meus esboços e conheça o que me inspira. Permitir-se uma pausa é inspirar-se também.

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O amor e suas vontades

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